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Viver no brasiquistão!!

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  Naquele distante pais, onde a moral nunca passou de verniz, a fé passou a  ter fins meramente mercantis e a prática política virou meretriz. Nesse país distante de nós, a idiotice subitamente ganhou voz e um bandido voou alto tal qual um albatroz e o ódio saltou de dentro de todos e ganhou voz. Nesse país do engano que elegeu o bandido miliciano , em que a lei dura sempre valeu apenas para o pobre, o negro, o suburbano e morar na favela é estar num submundo urbano. Nesse verdadeiro Afeganistão, o pobre está sempre sofrendo opressão, a farda combina com corrupção e ser dominado pela força dos grupos paramilitares é o que nos resta como opção. Eta pais bão esse brasiquistão!!

Capítulo 10- revoluções cubana e chinesa.

 Capítulo 10 mono ano. 1- Houve resistência à dominação estrangeira na China? Justifique. Pág. 151 3 linhas R. Não. O imperador a china apoiou as potências estrangeiras e se deixou corromper por elas. 2-Quem eram os notáveis e os mandarins? 151 3 linhas  R. Notáveis: funcionários públicos graduados. Mandarins: indivíduos letrados admitidos no serviço público por concurso. 3-Como estava distribuída a população chinesa? 151 4 linhas. R. A maioria era população camponesa sobrecarregada de impostos e sustentava a corte, as elites e os estrangeiros. 4- O que americanos e alemães fizeram que contribuiu para gerar maior insatisfação popular? 151 2 linhas  R. Eles tentaram impor suas religiões aos chineses. 5-Quais as consequências da revolta dos boxers quando ela chegou a Pequim e por que a revolta tinha esse nome? 151 4 linhas. R. O nome boxers significa: "os que lutam com os punhos". Chegando a Pequim, essa revolta matou muitos estrangeiros que ali viviam. 5- Qual foi a reação...

Reflexões sobre o momento atual.

O momento atual, no meu modo de entender as coisas, é propício tanto ao crescimento quanto à inquietude, pois, me parece, que as questões internas estão tomando todo mundo de roldão, numa espécie de arrastamento irresistível no qual se não tomarmos uma posição, acabamos caindo no discurso de certos líderes de massa que, como muita gente, estão, no fundo, fugindo das suas questões internas. Então, vemos um paradoxo gritante em que se relativiza até o bem para que haja uma melhor adaptação ao discurso dos ditos líderes que projetam para fora as coisas que não querem encarar dentro de si. E as pessoas que tem o mesmo perfil psicológico acabam vendo tais charlatões egoístas como tábua de salvação, pois o desespero já é quase insuportável internamente, mas ainda muitos ainda não se sentem prontos para encarar o espelho sem máscaras. Mas, tudo vai acontecendo rapidamente e tais líderes são desmascarados num piscar de olhos e nós continuamos com as nossas questões pendentes e um desespero cad...

Projeção coletiva de valores de fachada

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  Vejo o complicado contexto sócio político do Brasil atual sob uma perspectiva psicológica e até mesmo de afinidade de vibrações espirituais e entendo que a eleição de Bolsonaro foi uma espécie de projeção coletiva. E não se trata apenas de afinidade de pensamentos ou de uma certa cultura dita cristã compartilhada. A meu ver, há muitos outros elementos que não são tão visíveis ou mensuráveis. Há séculos que nós como sociedade propagamos valores que estão associados à nossa cultura judaico-cristã ocidental. Só que tais "valores" culturais tem passado por um desgaste nos últimos tempos, pois carregam no seu bojo a naturalização da misoginia (preconceito contra as mulheres), a homofobia e outras coisas tiradas do livro de Levítico sem a devida contextualização social.  Desse modo, na medida em que tais valores não passam por uma atualização, se somando a uma retórica de certos líderes que  pregam preconceitos, o uso de armas e até a violência contra os que pensam diferente ...

Decidi escrever

  Em 2009 fiquei com um desejo incontido de escrever, já antevendo, inconscientemente, a importância da escrita em minha vida.  Já escrevia bem desde há alguns anos, mas foi a partir daí que surgiu a necessidade de botar pra fora as coisas que eu sentia ou as minhas reflexões sobre algum assunto que permeava a sociedade da época. Quase 15 anos se passaram e eu aprendi razoavelmente bem a arte da escrita.  Hoje vejo a escrita como uma terapia, uma válvula de escape das pressões cotidianas que estão cada vez mais desafiadoras. Especialmente agora, num período pós pandemia no qual vemos as transformações acontecendo no dia a dia num mundo que parece nitidamente em mudança, numa transição em que o aparentemente ruim do momento pode e deve ter bons resultados.  Escrever, então, é poder expressar minhas opiniões sobre como vejo as coisas que acontecem ao meu redor, como também uma forma de me exprimir. Depois continuo eeees texto 

já conversou com você hoje?

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    Num ritmo quase alucinado, estando sempre ocupado, atarefado,  correndo, atabalhoado, parece ser proibido ficar parado, pois é intrínseco ser necessário estar quase sempre com (com o exterior) conectado. Será isso uma fuga do essencial, do nosso ser profundo do nosso eu e real ?  Será que não estamos correndo do nosso verdadeiro eu nesse ritmo frenético da vida conectada e moderna? Às vezes temos que dar uma parada, refletir sobre as escolhas da jornada e internalizar as conquistas alcançadas, pois muito conhecimento precisa de digestão num determinado momento e da prática em sociedade só teoria não passa de vão conhecimento. Uma doença pode fazer a gente parar, pensar nas escolhas, ponderar nos êxitos e equívocos e traçar novas rotas mais seguras. Nesse sentido, ela (a doença) pode ser, nessas circunstâncias, um recurso que pode  nos impulsionar como ser, pois nos dá o ensejo de promover um encontro com nosso eu, de quem vivemos constantemente correndo ness...

Vamos AVALIAR os porquês dos nossos choques e conflitos diários.

  Alcançar o equilíbrio é uma questão de paciência constantemente renovada e uma persistência e resiliência constantes, pois há dias em que nosso controle e nosso nível de paciência estão abaixo do razoável.  São dias em que precisamos de concentração e oração para pedir ajuda àqueles que lutam pela nossa renovação. Eles estão sempre ao nosso lado, apesar do nosso constante vai e vem.  São esses  dias que trazem para nós a oportunidade de reflexão sobre o nosso modo de ação: Será que estamos fazendo tudo o que podemos? Será que não precisamos de uma correção de rumo para que as coisas comecem a funcionar melhor?  São as dificuldades que nos ensinam e disso ninguém pode duvidar, pois  nossa vida não ganha novas configurações sem que o sapato aperte nosso calo uma vez ou outra. Porém, é necessário que tenhamos um pouco de lucidez para enxergar o que, para aqueles que vivem próximos nós, muitas vezes é óbvio.  Será que estamos conseguindo enxergar o ...